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A atual diretoria do SINASEFE-SE - Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica e Profissional –, em reunião com as funcionárias no último dia 26 de fevereiro, comunicou a Sara Rogéria, funcionária da entidade desde o dia 1º de setembro de 1999 e que sempre desempenhou com competência suas funções no Sindicato, que somente cumpriria suas atividades laborais até o dia 28 de fevereiro.

Durante a reunião em que foi comunicada da demissão, Sara salientou que era dirigente sindical e que gozava de estabilidade, prevista em lei. No entanto, o diretor do Sindicato afirmou que todos seus direitos seriam pagos e, a respeito os demais, que ela procurasse à Justiça. Perguntada sobre o motivo da demissão, uma diretora disse ser pelo fato de a companheira “manter vínculos de amizade com o ‘outro grupo’”.

Entendemos que a demissão da companheira Sara foi um ato contra a livre organização dos trabalhadores, e mais uma prova de que alguns dirigentes sindicais estão mais preocupados em retirar direitos e demitir funcionários do que lutar pela manutenção dos direitos dos trabalhadores e da própria categoria.

Assembléia se coloca contra a decisão da direção do Sinasefe/SE

Dia 27 de fevereiro, durante uma assembléia com os professores, a diretoria, mesmo sob pressão dos presentes para que esclarecesse o porquê da demissão da funcionária, tentando evitar tensionamentos que pudessem provocar a revogação de sua decisão, não prestou nenhum tipo de informação à plenária, resumindo seu ato arbitrário em “demissão por questões administrativas”. Convidada pela categoria a falar sobre sua demissão, a funcionária teve sua liberdade de expressão negada, quando um membro da diretoria do Sindicato desligou o microfone, impedindo-a de falar, enquanto o outro coordenador geral a conduzia à cadeira, dando provas de total desrespeito à categoria presente à assembléia.

Ficou patente o despreparo da diretoria quando, no auge da discussão para que fosse incluído o direito de os sindicalizados se manifestarem quanto à demissão da funcionária, desconsiderou a solicitação da plenária, cumpriu o último ponto de pauta e deu por encerrada a assembléia.

 

Após o almoço daquele dia, Sara foi informada de que não precisaria mais voltar ao sindicato, senão para pegar seus pertences.

A direção do Sintes/SE já acionou o setor jurídico para garantir à companheira a sua reintegração. Diversas moções de repúdio estão chegando de várias entidades posicionando-se contra esses atos descabidos de pseudo-sindicalistas, que demitem e perseguem trabalhadores.

 

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