“Não quer trabalhar, fique em casa. Lugar de doente é em casa” ou “ainda não terminou uma coisa destas, tão simples. Pode desistir porque não vai conseguir mesmo.”
Frases como essas e outras, que rebaixam o trabalhador, desestimulam e humilham, são utilizadas com frequência no ambiente de trabalho. São atitudes que ferem a auto-estima do trabalhador, que se sente inferiorizado e é levado ao adoecimento físico e mental.
Para evitar que essa prática se torne cada vez mais frequente nos sindicatos, a Fites lançou, em Porto Alegre, no dia 5 de maio, em atividade conjunta com o Sindisindi/RS, a campanha nacional contra o assédio moral, chamada “Não toque no/a meu/minha companheiro/a”.
A atividade recebeu sindicatários, diretores da Fites de Brasília, Ceará, Minas Gerais, Pernambuco e Rio de Janeiro, além de diretores de sindicatos de outras categorias.
Na oportunidade, o Sindisindi/RS lançou a campanha: “Assédio moral é imoral.
O Sintes/Se apóia essa ideia.
Frases como essas e outras, que rebaixam o trabalhador, desestimulam e humilham, são utilizadas com frequência no ambiente de trabalho. São atitudes que ferem a auto-estima do trabalhador, que se sente inferiorizado e é levado ao adoecimento físico e mental.
Para evitar que essa prática se torne cada vez mais frequente nos sindicatos, a Fites lançou, em Porto Alegre, no dia 5 de maio, em atividade conjunta com o Sindisindi/RS, a campanha nacional contra o assédio moral, chamada “Não toque no/a meu/minha companheiro/a”.
A atividade recebeu sindicatários, diretores da Fites de Brasília, Ceará, Minas Gerais, Pernambuco e Rio de Janeiro, além de diretores de sindicatos de outras categorias.
Na oportunidade, o Sindisindi/RS lançou a campanha: “Assédio moral é imoral.
O Sintes/Se apóia essa ideia.
