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Saúde em Sergipe: caos e mercadoria 

  Toda semana, os principais veículos de comunicação noticiam algo relacionado ao caos que vive a saúde. O último episódio dessa triste novela está relacionado à falta urgência pediátrica. Atualmente estão fechadas as urgências pediátricas dos hospitais Cirurgia, Primavera e Renascença. O Hospital da Unimed está atendendo apenas às crianças com Plano de Saúde Unimed.   A Clínica Pimpolho fechou o portão e não atendeu aos pacientes devido à superlotação. Os hospitais particulares fecharam suas clinicas pediátricas por não estarem obtendo lucro. As pessoas pagam pelo plano e quando vai utilizar o serviço não é mais oferecido. Isto é, o lucro é colocado acima do valor da vida de uma criança. A saúde que é um direito de todos os cidadãos tornou-se mercadoria. Quem tem dinheiro paga, que não tem morre nas filas. Os planos de saúde são exemplo claro de quanto à saúde tornou-se uma mercadoria. Uma mercadoria cara.     A Constituição Federal, em seu artigo 196, garante que “a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação”. Mas como podemos ver, não é essa a realidade. O que é um direito de todos, tornou-se um privilégio de poucos.