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O 26º Congresso do ANDES-SN (Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior), que acontece em Campina Grande-PB, aprovou ontem (02/03) à noite a filiação da entidade à Coordenação Nacional de Lutas (Conlutas). A filiação do sindicato à nova central une o movimento à luta dos demais trabalhadores contra as reformas da previdência, universitária, sindical e trabalhista pretendidas pelo governo Lula e que já estão em andamento através de várias leis criadas recentemente.

A filiação à Conlutas já vinha sendo discutida nas bases do movimento sindical docente desde a aprovação da desfiliação à CUT, durante o 25º Congresso do ANDES-SN, realizado em 2006. O Presidente do sindicato, Paulo Rizzo, afirmou que a decisão do congresso é histórica e que será extremamente importante para os professores, "pois nos fortalecerá na tentativa de barrar as contra reformas do governo Lula". Rizzo diz que a filiação à Conlutas não significa que o ANDES-SN deixará de se relacionar com o conjunto de movimentos que hoje lutam contra as reformas neoliberais e a retirada de direitos dos trabalhadores.

José Vitório Zago, 1º Tesoureiro do ANDES-SN, destacou que a filiação à Conlutas foi uma decisão por ampla maioria de votos. "Na verdade, essa decisão só formalizará a relação que mantemos com a Conlutas desde a sua fundação. A partir de agora, temos a tarefa de enraizar a Conlutas nas bases do sindicato. Participaremos das ações que a conlutas organiza com outros setores contra o PAC (Plano de Aceleração do Crescimento), a supressão do direito de greve por parte dos servidores federais e o restante dos trabalhadores, contra a reforma universitária, da previdência, sindical e trabalhista e em defesa dos direitos dos trabalhadores ameaçados pelo governo Lula, pela Central Única dos Trabalhadores e Força Sindical", afirma Zago.

O ANDES-SN e a Conlutas convocam, junto com outras organizações sociais e sindicais, o "Encontro Nacional - organizar a luta para manter e ampliar os direitos da classe trabalhadora - construir a unidade em defesa da aposentadoria e dos direitos sociais, sindicais e trabalhistas", no próximo dia 25 em São Paulo. O encontro formalizará um plano de mobilizações contra as políticas executadas pelo governo Lula.