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Já não é de hoje que o convívio entre o Sintese (Sindicato dos Professores do Estado de Sergipe) e o Sintes estão abalados.

O Sintes, cumprindo a função mínima de um sindicato tem constantemente entrado em atrito com a diretoria do Sintese em defesa dos trabalhadores dessa ultima entidade.

Mas hoje a situação chegou a um absurdo, a um paradoxo, em se tratando de uma entidade sindical.

A diretoria do Sintese foi à justiça questionar o direito a estabilidade do diretor do Sintese que é seu funcionário usando da legislação burguesa, expondo todas as outre as direções de todos os sindicatos, inclusive do próprio Sintese. Age como se fosse mais um sindicato patronal, quando na sua visão não importa o que coloque em jogo contra seu adversário ! Ainda que seja algo que diz respeito não apenas ao seu adversário mas a todas as entidades sindicais.

Onde foi parar a direção do Sintese? Essa é a pergunta que nos vem a mente, pois não bastasse o assédio e a demissão de representantes sindicais ataca agora o conjunto dos trabalhadores ! É um vale tudo, vale de tudo, sem qualquer princípio, ou pelo menos sem o princípio de defesa das organizações sindicais frente a patronal!

Cabe à diretoria atual do Sintese fazer uma séria reflexão sobre seus últimos atos, sobre as perversas conseqüências para todos os sindicatos e seus dirigentes, inclusive para o próprio Sintese diante do governo do Estado.

É urgente que o Sintese desfaça essa medida enquanto arma contra o Sintes, pois não está atacando apenas os dirigentes do Sintes , mas todos os dirigentes sindicais!

Tal medida se agrava ainda mais, quando estamos sujeitos a uma reforma sindical e trabalhista em curso  que visa quebrar ainda mais a autonomia e independência dos trabalhadores favorecendo ao capital !

A atitude da diretoria do Sintese em questionar os mandatos sindicais do diretores do Sintes vai completamente de encontro aos princípios fundamentais da central (CUT) da qual esse sindicato faz parte, pois cabe aos trabalhadores filiados ao Sintes definir o regime do seu sindicato, tal como cabe aos trabalhadores da educação definir o regime do Sintese e não a justiça do capital!

Heitor Pereira Alves Filho
Presidente Estadual do PSOL