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Há mais de cinco meses os funcionários do Sindipetro AL/SE entregaram uma pauta contendo as seguintes reivindicações:  aumento real no salário que seria um nível que em média equivale a R$ 76,00, um plano de cargos e salários e mudança do horário dos trabalhadores do turno da tarde que ao invés de iniciarem os trabalhos a partir das 13 e saírem às 19:00, propomos 12:00 às 18:00 tendo em vista o grande índice de violência ocorrido nesta cidade. A diretoria alega que não pode nos conceder nada além do IPCA (6,51%) em decorrência do PIDV, da crise, porém, em todos os sindicatos dos Petroleiros no Brasil, os trabalhadores tem conquistado ganho real, além de outros benefícios. É bom lembrar que o PIDV ocorreu em toda base petroleira e, mesmo assim, as diretorias dos Sindipetros conseguiram melhorar a vida dos seus trabalhadores dando ganho real e, em alguns casos, outros benefícios!

Vejam os índices de reajustes que os funcionários de alguns Sindipetros a nível nacional conquistaram:

Sindipetro Caxias - 9%;

Rio de Janeiro -  6,51% + 5.000 de abono;

Bahia - 8, 87%;

Ceará - 9,16%;

Espírito Santo - 6,51+ 3%;

Norte Fluminense - 7, 23%, Abono de aproximadamente R$ 6.000,00 para cada funcionário a título de PR (participação nos resultados), reajuste no auxílio educação, no auxílio funeral e outros mais.

Sindipetro - PE 7%

Manaus – 6,51%, reajuste no aux. Educação e outros benefícios.

LP - Reajuste de 10% do piso (era de 5%), abono de R$ 1.100,00 + 6,51%, totalizando R$ 1.171,00, reajuste em várias cláusulas (Ver ACT LP).

Lembramos que o repasse de 6,51% é obrigatório já que se trata da inflação. Assim como todos os brasileiros, também sentimos na pele o arrocho, a inflação, pois, pagamos impostos, temos família e, assim como a categoria petroleira, defendemos uma Petrobras do povo, 100% Estatal e sob o controle dos trabalhadores.

SINTES/SE E FITES