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O Dia do Sindicatário comemora e homenageia uma profissão que luta pela igualdade e pelo direito de todos os trabalhadores, apesar de haver empecilhos, como condições precárias de trabalho, assédio moral e pressões de toda ordem, o profissional da área conhece a sua importância política e social.

Contribuir para um mundo com mais igualdade de direitos e melhoria nas condições de trabalho é a luta do trabalhador em sindicato, esses profissionais, que batalham para melhorar a condição de vida dos trabalhadores, tem agora como objetivo através de seus Sindicatos e a sua Federação – FITES, a tentativa de aprovar o dia 09 de Maio como a data a ser comemorada, anualmente, em todo o território nacional, para lembrar o empenho desses trabalhadores de extrema relevância para o mundo do trabalho.

O simbolismo desse dia evoca décadas de construção de direitos sociais, políticos e financeiros na vida de cada trabalhador brasileiro, que tem em seu sindicato a instituição de combate e defesa dos trabalhadores. O sindicatário lida diariamente com o problema das mais diversas categorias de trabalhadores e é encarregado de reforçar os direitos desses que muitas vezes não respeitam o trabalho do sindicatário e nem os seus direitos de trabalhador.

Por essa razão a FITES, juntamente com seus sindicatos filiados, invoca todos para se unirem em torno desse momento que é a aprovação do Dia do Trabalhador em Sindicato, - Projeto de Lei Nº 3.562/12 - do Deputado Federal, Jose Stédile (PSB-RS), sabemos que ainda há empecilhos como as condições precárias de trabalho em várias circunstâncias e os salários baixos, mas o empenho nesse projeto nos remete ao reconhecimento da importância desse trabalhador tão diferenciado e especial no sindicalismo brasileiro. O PL teve o parecer favorável pela CCJC e agora dependerá da analise do Senado Federal.

No Brasil, a condição salarial desses trabalhadores varia muito de entidade para entidade. A Secretária Geral da Fites, Cristiane Silva, ressalta que “é uma profissão muito boa para quem gosta de atuar politicamente e se envolver nas lutas sociais, não está entre os melhores salários, mas se encontra hoje num patamar de muitas conquistas efetuadas e direitos garantidos”.

Fonte: FITES – abril/2014