A militância um dos critérios principais para se tornar funcionário do SINTESE é também usado como critério para demissão, cremos que ser militante para o SINTESE é simplesmente fazer o que ele manda e nunca ser contrario aos pensamentos sintesianos.
A prova é que o SINTESE acaba de DEMITIR quatro trabalhadores “verdadeiros militantes da luta do magistério” sem sequer levar em conta a existência de uma negociação trabalhista interna, na qual os quatro servidores faziam parte da comissão de negociação. Ou seja, imagine se o Governo Déda demitisse a direção do SINTESE? Aliás, as demissões nada mais é que uma pressão para que os demais funcionários recuem e esqueçam a pauta construída pelos trabalhadores do sindicato na busca de um Acordo Trabalhista (que nunca existiu) por melhores condições de trabalho e salário justo e simplesmente aceitem o que determinar a Direção do SINTESE.
A CUT/SE instituição dominada pelo SINTESE foi procurada, mas disse nada poder fazer, os parlamentares ligados a categoria sequer se pronunciaram e o medo é real e cada vez mais visível na face dos funcionários que ficaram.
O SINTESE promove uma carga horária excessiva e estressante sem se quer se preocupar com a saúde e segurança dos seus servidores que mesmo tendo em suas carteiras de trabalho um contrato assinado com funções especificas fazem de tudo.
Creio que todo o professor da luta do magistério vê nos atos promovidos pela categoria seus funcionários carregando peso, armando barraca, segurando bandeira, panfletando, promovendo a segurança e até mesmo promovendo a limpeza do local, isso é real e visível.
Assim cremos que esses guerreiros merecem respeito e palmas desta categoria. E não demissão sem justa causa.
Diga não as demissões no SINTESE/SE
