Combatendo as contradições para avançar nas conquistas
Depois de muitas mobilizações, protesto em frente à sede do Sindicato, ações na justiça, a direção do Sindivigilantes/SE reintegrou Patrícia Medeiros e Maria Auxiliadora aos seus postos de trabalho. Não foi uma batalha fácil, mas depois de três anos conseguimos a vitória.
Agora devemos avançar na conquista. Algumas coisas precisam ser corrigidas. As duas companheiras passam todo o expediente de trabalho sem fazer nenhuma atividade. As companheiras não podem ficar seis horas vendo o tempo passar, pois são capacitadas para desempenharem suas funções, contribuindo para a categoria, organizando o funcionamento diário do Sindicato. Infelizmente, a direção do Sindivigilantes age de má fé com as companheiras e com a própria categoria.
Na sexta-feira, 18/02, o SINTES/SE recebeu um oficio do Ministério Público do Trabalho solicitando informações sobre a situação das duas companheiras. Vamos relatar que as duas companheiras estão sem desempenhar nenhuma atividade laboral durante as seis horas de trabalho. Bem como, trataremos sobre o acordo coletivo e vale-transporte.
Acordo Coletivo de Trabalho [ACT] – o Sindicato está há cinco anos sem fechar o Acordo Coletivo de Trabalho. Em março, o SINTES/SE apresentará uma nova proposta de acordo, já que a data-base é 1º de maio. Será a primeira campanha salarial após o retorno das duas companheiras ao trabalho. As perdas salariais são enormes, são cinco anos sem nenhum reajuste, sem ganho real e nem o reajuste do mínimo era efetivado. Vale Transporte – o Sindivigilantes/SE vem pagando o vale transporte em dinheiro. Isso é ilegal. É contra a lei trabalhista. O Sindivigilantes/SE deve emitir a carteira “Mais Aracaju” com todos os créditos correspondentes ao mês de trabalho, assim como fazem todos os outros empregadores.
A luta continua
Estamos bem atentos com Sindivigilantes/SE. Não vamos deixar repetir a situação do passado, por isso, desde já estamos enumerando os problemas e buscando soluções.
Depois de muitas mobilizações, protesto em frente à sede do Sindicato, ações na justiça, a direção do Sindivigilantes/SE reintegrou Patrícia Medeiros e Maria Auxiliadora aos seus postos de trabalho. Não foi uma batalha fácil, mas depois de três anos conseguimos a vitória.
Agora devemos avançar na conquista. Algumas coisas precisam ser corrigidas. As duas companheiras passam todo o expediente de trabalho sem fazer nenhuma atividade. As companheiras não podem ficar seis horas vendo o tempo passar, pois são capacitadas para desempenharem suas funções, contribuindo para a categoria, organizando o funcionamento diário do Sindicato. Infelizmente, a direção do Sindivigilantes age de má fé com as companheiras e com a própria categoria.
Na sexta-feira, 18/02, o SINTES/SE recebeu um oficio do Ministério Público do Trabalho solicitando informações sobre a situação das duas companheiras. Vamos relatar que as duas companheiras estão sem desempenhar nenhuma atividade laboral durante as seis horas de trabalho. Bem como, trataremos sobre o acordo coletivo e vale-transporte.
Acordo Coletivo de Trabalho [ACT] – o Sindicato está há cinco anos sem fechar o Acordo Coletivo de Trabalho. Em março, o SINTES/SE apresentará uma nova proposta de acordo, já que a data-base é 1º de maio. Será a primeira campanha salarial após o retorno das duas companheiras ao trabalho. As perdas salariais são enormes, são cinco anos sem nenhum reajuste, sem ganho real e nem o reajuste do mínimo era efetivado. Vale Transporte – o Sindivigilantes/SE vem pagando o vale transporte em dinheiro. Isso é ilegal. É contra a lei trabalhista. O Sindivigilantes/SE deve emitir a carteira “Mais Aracaju” com todos os créditos correspondentes ao mês de trabalho, assim como fazem todos os outros empregadores.
A luta continua
Estamos bem atentos com Sindivigilantes/SE. Não vamos deixar repetir a situação do passado, por isso, desde já estamos enumerando os problemas e buscando soluções.
Em março, vamos apresentar a pauta de reivindicações da Campanha Salarial 2011 e um dos temas a ser debatido será a liberação para as atividades do SINTES/SE. Vemos a liberação com uma conquista dos trabalhadores para avançar na organização do Sindicato e das nossas lutas.
